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O Cobol ataca... |
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| Autor:
Mario Halila |
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| Atendendo nosso convite, um primeiro coboleiro se manifesta – Vejamos o que ele diz: Quando os microcomputadores deixaram de ser apenas curiosidades tecnológicas e se tornaram máquinas profissionais, diversas linguagens de compilação foram portadas de máquinas de grande porte para os micros. Entre estes compiladores, surgiu o COBOL para micros. Em 1982, na sua primeira versão, o COBOL já trazia novos comandos e funções que permitam um aproveitamento das características conversacionais do micro. Estas funções incluíam uma seção especial para a definição de telas, a SCREN SECTION, e os comandos DISPLAY e ACCEPT para tratamento de vídeo. Esta versão trazia também também a possibilidade de arquivos indexados com chaves múltiplas, o que na maioria dos casos produzia o mesmo efeito prático de um bando de dados. Da primeira versão até a atual 3.0A, uma série de
novas facilidades tem sido introduzidas, como: Outro aspecto notável do COBOL são os seus limites: Tamanho máximo de um arquivo: 2000 Mbytes Obviamente estes limites estão acima de qualquer microcomputador hoje existente, e por isso podemos dizer que não existe nenhum limite para o tamanho de um programa em COBOL, ou para o tamanho dos arquivos que ele acessa. Além de não ter limites e aproveitar todos os recursos da máquina, são vantagem de COBOL: Os programas fonte são extensos, porém são ao mesmo tempo organizados e facilmente legíveis: A execução dos programas é muito rápida e confiável; O tratamento de acesso a arquivos é automático, transparente ao programador, e não precisa de reindexações; Existe compatibilidade a nível de programas fonte entre micro, rede, supermicro e mainframe, podendo inclusive um programa ser testado e depurado no micro, e transferido ao mainframe apenas quando pronto; Trabalha perfeitamente com redes de micro, sem limite da quantidade de estações. Devido a estes aspectos, O COBOL continua sendo uma ferramenta muito útil. Porém, como seu aprendizado é mais difícil, e uma linguagem restrita ao uso por profissionais de programação. Leia mais sobre o assunto: Cobol. 1. AZEVEDO, Carlos Alberto. Linguagens de programação : entre o homem e a máuqina. Micro Sistemas, São Paulo, v. 4, n. 47, p. 12-17, ago. 1985. 2. BURKHALTER, Dick. To anyone moving cobol applications to micros. Computerworld In Depth, Framinghan, v. 18, n. 51, p. 1-10, dez. 1984. 3. DAMASIO, Esther. Opções para todos. Info, Rio de Janeiro, v. 7, n. 76, p. 12-19, maio 1989. 4. FEDANZO JR., Anthony. Running uor cobol on micros (at last some of it sometimes). Computerworld In Depth, Framinghan, v. 18, n. 51, p. 1-10, dez. 1984. 5. JOZE. A moda da casa: receitas para macetar o compilador cobol. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 3, n. 13, p. 56-57, mar. 1984. 6. JOZE. Cobol fakadi en buts: três truques usando o formato Comp. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 2, n. 11, p. 28-29, jan. 1984. 7. JOZE. Integrações em cobol. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 2, n. 8, p. 86-90, out. 1983. 8. JOZE. Um sortilégio: como usar o sort intrínseco do cobol. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 4, n. 29, p. 25-27, jul. 1985. 9. MOUTINHO, Fernando. Escolha bem a sua linguage: os prós e os contras das linguagem de programação mais utilizadas nos microcomputadores. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 2, n. 10, p. 46-48, dezl. 1983. 10. TAURION, Cezar. Cobol 90: a ênfase da programação estruturada. Micro Mundo, Rio de Janeiro, v. 2, n. 6, p. 64-65, ago. 1983. |
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