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Sindicalismo de resultado e o modelo convencional |
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| Autor: Ivan de Barros Ravedutti | |
| SINDICALISMO DE RESULTADO PAINEL: PAINELISTAS: Aloísio Azevedo (OIT) - Júlio Lobos: A- Divisão - Sindicalismo ideológico: Inglaterra - Sindicalismo Assistencial: Brasil (Vargas) - Sindicalismo de Resultados: Parceria com o capital Todos estão em baixa. Hoje tem os mais trabalhadores acionistas que sindicalizados. O pró-sindicato é substituído pelo pró-empresa. Ex.: Inglaterra 38% para 13% B- Sindicalismo de Resultado em Xeque: Razões: - crise (Japão) acua o Ocidente A Fiat há seis anos atrás (na Itália) decidiu mudar a tecnologia e quebrar a ordem social. Acuou o Sindicato com a tecnologia. Hoje não interessa à Sociedade pagar mais, sofrer também não. C- Sindicalismo de resultado no Brasil: - É representada no Brasil pela força Sindical. - Aloísio Azevedo: O papel do Estado no Brasil é financiar os empresários. O Sindicalismo de Resultados surgiu como alternativa de resistência à CUT em São Bernardo (1969) contestando o acordo coletivo da Fiesp. Rompeu com a unidade sindical. Em 1978 com a Greve da Scania (Lula/CUT) questionaram a Justiça. Resultado acima da unidade. O objetivo de Sindicalismo de Resultados é trabalhar por isonomia, ou seja, obtêm-se uma conquista e parte para negociar a nível de empresa. O crescimento das condições de vida através do modelo de Getúlio Vargas iniciado em 1930 esgotou-se em 1980 pelo FGTS e a rotatividade da mão-de-obra no período 1981-1983 (recessão). O trabalhador foi abandonado pelo Estado e buscou nova forma de sindicalismo. O Estado hoje está esgotado de relançar a economia. As raízes da era mecânica não são adequadas à tecnologia atual. O socialismo trouxe cidadania ao trabalhador no primeiro mundo e em toda a humanidade. Isto tem um valor tão alto quanto a liberdade. Sucumbiu com o modo de produção. A estagnação e falta de clareza do Governo atual não dão nenhuma contribuição ao modelo. Tivemos em 1930 o Planejamento Nacional tutelado. Hoje temos novo tipo: os agentes livres (empresários e trabalhadores). O Estado partenalista sempre indicou ao empresário onde lucrar. Hoje ele tem que aprender a pensar por conta própria (iniciativa e competitividade). A parceria na empresa é a tendência na empresa é a tendência atual para fazer frente a concorrência. Investimentos na formação de recursos humanos são essenciais. Quando D. João VI abriu as portas em 1809 o Brasil era sustentado
pela mão-de obra escrava. Somente com a chegada dos imigrantes
(1989) passamos a ter mão-de-obra qualificada que vai atrair o
capital estrangeiro e a industrialização. O Brasil de hoje encontra-se diante do desafio de liberar empregados e empresários. A Sociedade Civil deve responsabilizar-se pelo planejamento autônomos soberano já que o governo está falido. Paulo Sabóia (SINDPD-SP) A atuação dos sindicatos tem concentrado suas forças no congresso com a rejeição das medidas de arrocho do Executivo. Os sindicatos são hoje a única força organizada que faz oposição ao Governo Collor. Passamos de 8ª para 35ª economia (pelo PIB)(?). O sindicalismo de resultados é atrasado, basta ver as citações de Júlio Lobos. Os empresários arcaicos impedem a modernização. Só se conquista pela pressão. Sofremos a dominação pelo acúmulo de tecnologia internacional. Conclusão: No debate foi perguntado sobre a participação nos lucros. Por que não se negocia? Aloísio Azevedo: A gerência participativa é individual por empresa. Acabou em todos os lugares. É localizada em função da visão do empresário. Deve-se evoluir para participação em metas através do Contrato Coletivo com negociação interna nas empresas. Paulo Sabóia: A prioridade é a sobrevivência. Estamos lutando no Congresso. A “modernidade” do FMI é a política do Governo Collor contra as Estatais e a Reserva de Mercado. Foi com as mesmas que o primeiro mundo ocupou seu espaço no campo da tecnologia. Julio Lobos: Os sindicatos se preocupa com a transformação dos empregados em parceiros. Por isso não colocam na mesa de negociação. |
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