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18,6 kg de software |
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| Autor: Tarso Dutra Blitzkow de Queiroz | |
| "As modernas linguagens de desenvolvimento caminham em direções diversas, buscando atender os objetivos a que se propõem. Mas a grande maioria das linguagens de sucesso, e porque não incluir também alguns sistemas operacionais, partem de um ponto em comum: foram desenvolvidos em linguagem C". A CELEPAR acaba de adquirir o "Microsoft C/C++7.0" (MSC 7.0), um produto completo com ferramentas para desenvolvimento e gerenciamento de projetos em aplicações para os ambientes DOS e WINDOWS. Seguindo o padrão ANSI, podemos portar também para o ambiente UNIX, e com o uso das APIs do Win32, poderemos criar códigos não só portáveis, mas que também façam uso das características dos sistemas operacionais de 32 bits, como o WINDOWS NT. O produto é composto por aproximadamente 25 manuais, 25 discos de 5 1/4" de alta densidade, um gerenciador de memória (386MAX) e algumas cartelas. A instalação completa consome aproximadamente 50 Mbytes de espaço, e são disponibilizados 2 grupos de trabalho em sua situação no Windows com aproximadamente 25 ferramentas no total. O Gerenciador de memória que acompanha o pacote (386MAX) é utilizado caso não se tenha uma ferramenta que forneça os serviços de DPMI (Dos Protect Mode Interface). Como o Windows fornece estes serviços não foi necessária sua instalação, mas neste caso, para se gerar programas para DOS, devemos fazê-lo dentro do Windows. A instalação do MSC 7.0 em rede não é a mesma como em outros produtos "for Windows", onde é feita uma instalação no servidor e posteriormente uma instalação a nível de usuário. Para se chegar a esta configuração foi preciso algumas manobras e, mesmo assim, existiram problemas com algumas variáveis de ambiente que são setadas pelo ambiente de Rede. Após alguns dias configurando ambiente, descobrindo e solucionando problemas de incompatibilidade com a rede, e alguns telefonemas ao suporte da Microsoft, foi possível criar o primeiro programa em MSC 7.0 para o DOS ("Hello Word!"). O primeiro programa para o Windows foi só compilar um código já testado em outro ambiente, e lá estava o "Hello Word in Windows!". A documentação que acompanha o produto (manuais
e cartelas) abrange diversas áreas. Como ambiente de desenvolvimento, temos o Programmers WorkBench (PWB), que se equivale ao da Borland em sua versão Borland C++2.0 & Aplication Frame Work. O PWB é composto por um editor de texto, ferramentas para compilação e link-edição de programas, um gerenciador de projetos, ferramentas para debug e help on-line. Foi possível verificar que este ambiente é bastante poderoso, à medida que vai se tendo maior intimidade. Podemos criar e adicionar macros às funções do ambiente, e além da configuração de cores que é comum a qualquer software, existe um mecanismo semelhante para a configuração de Hot Keys (teclas de acesso rápido), podendo assim modificar o ambiente a ponto de deixarmos muito parecido com nosso editor preferido. Caso você já tenha trabalhado com a versão 3.0 da Borland, irá questionar a não existência de um ambiente de desenvolvimento para o Windows. Quando escrevia este artigo, obtive informações sobre o Visual C que é alguma coisa parecida com o Visual Basic, mas isso é assunto para outro artigo. Para desenvolvimento Windows, temos ferramentas como Editor de Imagens onde podemos criar Bit Map, Ícones e Cursores, Editor de Caixa de Diálogo e Fontes, Spy para o sistema e para DDEs (ferramenta que mostra as mensagens que estão sendo trocadas entre o Windows e os aplicativos), Debug de aplicativos e outros. Quanto a help, foi disponibilizado um help on-line CUI
do C/C++ para se trabalhar com o PWB, e outros 6 para o ambiente Windows
- GUI (SDK, MCI, Multimídia, Pen API etc). |
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