Este
artigo está dividido em 3 partes. Na primeira, descreve-se a informática primeiro de
maneira global, e depois de modo particular enfocando a informática pública brasileira e
os problemas que ela enfrenta. Na segunda parte, faz-se um diagnóstico deste mercado,
caracterizando-o. Na terceira, são propostas medidas para permitir aos participantes
deste mercado a melhora de sua atuação. Termina-se concluindo pela importância desta
melhora.
... À guisa de motivação: "Já fizemos o downsizing dos sistemas de informação.
Agora precisamos fazer o downsizing das empresas.".
1 Introdução
Neste texto são discutidas as mudanças sempre significativas que a informática
causa na sociedade. Devido ao papel de crescente importância que esta ciência tem sido
chamada a desempenhar, ela também tem que se adaptar para fazer frente aos desafios que
lhe são colocados. Interessa particularmente o segmento estatal da informática
brasileira. Após um rápido histórico, algumas características do referido segmento
são analisadas. Na seqüência, vem uma breve apreciação a respeito do impasse que se
vive neste setor. Custos crescentes, escalas de tempo demandadas cada vez maiores, e uma
inadequação das empresas ao desejo de seus clientes, poderiam ser o resumo quase
generalizado da situação atual. Finalmente, são descritas algumas ações que podem
ajudar neste esforço de adaptação e readequação às exigências de seus mercados. Por
meio destas iniciativas, as empresas participantes deste setor da economia se habilitam a
voltar a ser interlocutores privilegiados, competentes e atuantes quando se fala em
modernização da máquina governamental em nosso País.
2 Por que o problema é importante
Neste primeiro tópico apresenta-se o panorama e discutem-se as idéias subjacentes à
informática e estruturas governamentais em nosso País.
2.1 A informática é cada vez mais
presente
O fim do século XX está assistindo a
uma revolução no mundo dos negócios. É a presença cada vez mais intensa dos sistemas
de informação ajudando e suportando a realização de todo tipo de transações
econômicas. Na verdade, este é o coroamento de uma tendência iniciada na revolução
industrial (que deslocou pessoas da agricultura para a fábrica) e que prosseguiu nos
últimos 50 anos, levando empregados das indústrias para o trabalho informativo (como é
chamado por Strassman). Segundo este autor: "Se tomarmos o número de horas
trabalhadas na economia americana em 1982, minha estimativa do trabalho informacional
chega a mais de 70% do total." [Str85].
Na verdade, a informática atua no fluxo
acima descrito, desalocando trabalhadores manufatureiros (pela automação das
indústrias) e criando novos postos de trabalho para manusear a quantidade astronômica de
informações geradas pelo homem. James Martin [Mar731], há mais de 20 anos, já dizia
que o volume de informações produzidas pela humanidade dobrava de 5 em 5 anos na época.
Uma importante tendência nas empresas em
nossos dias é o que está sendo chamado de "reengenharia" [Ham93] e (Dav93].
Segundo Hammer "é o repensar fundamental, e a reestruturação radical dos
processos empresariais que visam alcançar drásticas melhorias em indicadores críticos e
contemporâneos de desempenho, tais como custos, qualidade, atendimento e
velocidade." . Hammer considera a informática como insumo fundamental na
reengenharia por permiti-la. De fato, ele diz: "a tecnologia de informação moderna
e atualizada integra qualquer esforço de reengenharia, sendo um capacitador essencial,
por permitir às empresas a reengenharia de seus processos.".
Por tudo o que se disse, pode-se afirmar
que a informática veio para mudar a face do mundo. Quer goste-se ou não deste fato, ele
já não é tendência, esperança ou desejo. Ele é fato.
Em nosso País, este estado de coisas
acabou ocorrendo de maneira um pouco diferente em relação ao resto do mundo. Nos anos
80, o Brasil abraçou a tese da capacitação local na produção de computadores. Isto
gerou um arcabouço legal (Lei 7232 de 1.984, a criadora da reserva de mercado) que
impediu essa disseminação massiva que ocorreu em outros países. Entretanto, a partir
dos anos 90, as restrições foram sendo retiradas, e hoje podemos constatar seguir o
Brasil a mesma tendência mundial
2.2 O papel do Estado é discutido (há um anseio por
modernidade)
As características de nosso País, nos últimos 40 anos, por força de razões
históricas, favoreceram a constituição de um modelo de governo centralizador e
autoritário. Coincidiu de esse mesmo governo se equipar em termos de tecnologia de
informação neste mesmo período, pelo que as abordagens foram todas centralizadas.
Vivia-se a esperança de que saídas únicas e uniformes seriam adequadas à solução e
à gerência de todos os problemas brasileiros. Este movimento foi ainda auxiliado pela
própria tecnologia de informática, que nos anos 60 e 70 só permitia soluções de
processamento centralizado.
Passada essa fase, e buscando ansiosamente um novo cenário de organização da coisa
pública brasileira, vemos a sociedade se questionar a respeito de como ordenar um novo
Estado. A grande discussão em nossos dias é sobre qual o tamanho adequado ao Estado
Brasileiro, e parece haver um consenso de que as atividades básicas (segurança, saúde,
justiça e educação) têm sido menosprezadas devido a investimentos em ações nas quais
o Estado compete com a iniciativa privada. O caso é que parece haver um grita liberal
clamando por um Estado menor e mais capaz. Cobra-se do Estado modernidade, confiabilidade,
eficiência e eficácia.
2.3 O Estado brasileiro responde por 1/3 da informática brasileira
Seja devido a deformações do passado (gigantismo e soluções centralizadas), seja
devido às modernas demandas da sociedade (eficiência, eficácia, capacidade de pronta
resposta), percebemos que o Estado Brasileiro tem sido, é, e provavelmente será um
grande usuário de informática. Organizado em enormes birôs de serviços (dos quais o
maior é Serviço Federal de Processamento de Dados - SERPRO), teve este modelo replicado
aos estados - que organizaram as suas companhias estatais estaduais de informática e até
nos municípios, pelo menos nos maiores.
O Estado Brasileiro, em todos os seus níveis, responde por aproximadamente 1/3 do mercado
nacional de informática. Neste caso, estamos falando de vários bilhões de dólares/ano,
em aquisição de produtos e bens relacionados à informática e informações.
2.4 A informática pública pode e deve se beneficiar das modernas abordagens de negócios
Fruto das quedas de barreiras e da busca pela conquista de mercados globais, o mundo dos
negócios tem se defrontado com inúmeras técnicas gerenciais umas mais outras menos
revolucionárias, mas que de alguma maneira têm alterado a forma de condução de
negócios. São exemplos destas técnicas, a reengenharia (já citada), o gerenciamento
pela qualidade total (TQM), os métodos Just-in-time, entre outros. Não há nada em tais
técnicas e procedimentos que os torne exclusivos da iniciativa privada. Guardados os
critérios indispensáveis de transparência e sujeição à vontade comum da sociedade,
as organizações estatais podem e, mais que isso, devem se organizar na busca de
qualidade. No caso das estruturas de informática, tal iniciativa é ainda mais
importante, já que tais estruturas é que ferramentalizarão aos governos nestes
movimentos.
3 Diagnóstico da situação atual
Neste ponto, realiza-se um rápido diagnóstico das empresas e organismos que respondem
pela informática nas estruturas públicas brasileiras.
3.1 As empresas estão presas a um passado não muito remoto
Poucos participantes no cenário da informática tiveram plenas condições de se adaptar
aos paradigmas vigentes neste início de década (redes heterogêneas, computação
tolerante à falha, sistemas especialistas, plataformas cliente-servidor, downsizing,
ergonomia crescente, mercados popularizados, entre outros). Apenas empresas ou pequenas ou
ágeis ou, principalmente, em condições de vislumbrar um futuro potencial diferente do
atual, é que tem conseguido fazer esta adaptação e, a despeito das dificuldades do
mercado, crescer. Infelizmente, parece que se descreveu na frase passada, o que não é
uma organização pública. Elas são grandes, foram impelidas a isso pelo modelo
brasileiro de gestão pública e também pelas condições tecnológicas, das décadas de
60 a 80, que é quando a maioria delas foi criada (O SERPRO foi fundado em dez/64, a
PRODERJ em jul/68, a PRODESP em out/69, a PRODEMGE em out/72, a PROCERGS em dez/72, a
DATAPREV em abr/75 e a mais antiga de todas, a CELEPAR, em nov/64 [Kan93]). Não são
ágeis, característica de empresas atuando em mercados competitivos e que precisam ter
largas margens de mudança e reorientação. E sobretudo têm tido dificuldade em
vislumbrar um futuro (cada vez mais próximo) no qual todos os métodos, a duras penas
adquiridos e em uso, deixam de ser o paradigma de prestação de serviços de
informática.
3.2 O mercado quer outras soluções
O fenômeno de massificação da informática que temos assistido tem trazido algumas
conseqüências importantes. De um lado, barateou recursos, seja hardware, seja software,
disponibilizando verdadeiras estações eletrônicas de trabalho a praticamente todos os
profissionais "de colarinho branco". De outro, criou uma cultura e um
conhecimento a respeito do assunto disseminados na sociedade. Já não é mais como no
passado, onde analistas e programadores eram os "donos da verdade" que
permanecia inconteste, depois de, por estes, enunciada. Portanto, de um lado a pressão de
custos decrescentes e de outro a maior riqueza de funcionalidades têm colocado os
usuários do tipo de empresa que estamos estudando em posições agressivas e sobretudo
exigidoras. A demanda é por prazos menores, qualidade crescente, a custos satisfatórios.
Isso sem contar que a complexidade é cada vez mais significativa. Coad fala bem sobre
isto quando diz: "Os sistemas que elaboramos hoje são diferentes do que eram há 10
ou 20 anos. Em todos os aspectos são maiores e mais complexos; também são mais
voláteis e sujeitos a alterações constantes." [Coa92].
São exemplos deste tipo de tendências, entre outros:
- O desenvolvimento de sistemas descentralizados, como o são,
em geral, as organizações que usarão o sistema.
- A possibilidade de usar plataformas de computação pessoal
já existentes, em conjunto com os sistemas estruturados a serem desenvolvidos/operados.
- A agregação de rotinas e módulos contendo inteligência
artificial, de modo a aumentar a produtividade dos seus operadores.
- A criação de redes heterogêneas, nas quais possam se
conectar virtualmente quaisquer plataformas tecnológicas e que dessa maneira adquiram a
condição de ceder/receber dados.
- A melhoria das interfaces abandonando-se as telas orientadas
a caractere e sobretudo os relatórios impressos em papel.
- Prazos de desenvolvimento medidos em semanas e não em meses
ou anos.
3.3 Crise à vista:
divórcio entre cliente X fornecedor
Estas demandas não podem ser largamente atendidas pelas empresas estatais
de informática como elas estão organizadas. Esta maneira nova de fazer
sistemas de informação exige um perfil de atuação dessas empresas que
elas certamente não têm. Alguns aqui, poderiam levantar a bandeira da
privatização deste tipo de serviço, buscando justamente esta agilidade
e inovação de que carecem os atuais fornecedores habituais. Sem querer
entrar no mérito da discussão entre privatização X estatização, há aqui
uma constatação: adquirir sistemas de informação no mercado é muito difícil,
pela necessidade de especificar antes o sistema, controlar a sua execução,
e estabelecer a sua aceitação (ou não) ao final. Este problema, por exemplo,
não existe ao se adquirir no mercado a construção de uma estrada ou ponte.
Há métodos comprovados e eficientes na engenharia civil para orçar, controlar
e garantir a construção do encomendado no preço, prazo e qualidade ajustados.
Infelizmente, na informática tais métodos inexistem, a despeito de nomes
sonoros como "engenharia de software" que é muito mais um rótulo
elegante do que uma real característica da arte/ciência de construir sistemas
de informação. Tomás de Aquino Nogueira, quando falava deste problema,
foi muito feliz ao comentar "Nós não sabemos comprar. E o que é muito
pior, o mercado também não sabe vender.
Quando a gente faz estrada não tem problema. O Governador sonha com a
estrada e no dia seguinte está na porta dele o empreiteiro com financiamento,
projeto e cronograma. E só assinar, aliás, eles já começaram a derrubaras
árvores." [Nog91].
A propósito, vale a pena olhar para outros países. Nos EUA, o Departamento
de Defesa emitiu em 1985 uma regra para ordenar a aquisição de software
no mercado. Este documento é conhecido como DOD-STD-2167. Foi revisto
e simplificado, gerando a versão 2167A, em fevereiro de 1988. Segundo
Martin [Mar88), "as estimativas de custo para o preenchimento dos
requisitos do 2167A variam de 30 a 55% do custo global, e o talento é
consumido no preenchimento das exigências legais do 2167A."
À medida que cresce a complexidade das soluções propostas, é cada vez
mais difícil orçar e especificar os sistemas que vão ser construídos.
Aplicações exploratórias, em domínios não completamente conhecidos, ou
com abordagens revolucionárias não se prestam, pelo menos em princípio,
a uma aquisição formal no mercado.
3.4 A única solução: mudar
Se as empresas não estão habilitadas a oferecer este diferencial de qualidade
que é exigência dos nossos dias, e se o divórcio é difícil até pela dificuldade
de conseguir substituto, resta uma única saída a tais empresas: a mudança,
tendo como guia e condutor do processo o desejo do cliente, bem de acordo
com as modernas teorias de qualidade total.
4 Propostas de operacionalização
A seguir, uma lista não exaustiva de atitudes e reações que as empresas
estatais de informática do nosso País podem tomar para fazer frente ao
cenário que lhes é adverso.
4.1 Repensar o planejamento estratégico, buscando agregar valor
A tendência atual na gestão de empresas prega que funções "não percebidas
pelo consumidor ou que não agregam valor para ele" [Tub94] devem
ser evitadas. Como em qualquer outra ramo econômico, é grande a quantidade
de tarefas e atividades realizadas dentro das estatais de informática
que não têm valor algum para seus clientes. Nesse sentido, estas empresas
deveriam começar um repensar profundo sobre suas maneiras de atuação tendo
como foco orientador a frase acima. Uma nova missão, com novos objetivos
e táticas, precisa ser estabelecida.
4.2 Sistema de informações completo
Se vendem e implantam sistemas de racionalização administrativa em seus
clientes, tais empresas não podem fugir a ter um eficiente sistema de
informações completo. Não pode valer aqui o refrão "casa de ferreiro,
espeto de pau". Esta tarefa pode e deve servir de apoio ao planejamento
estratégico e, mais que isso, à sua implementação.
4.3 Educação massiva
É impressionante quão tecnicamente desatualizado pode se tornar um profissional
de informática. James Martin chamou a isto de "pequena meia-vida
do conhecimento" fazendo uma analogia com a meia-vida dos produtos
radioativos [Mar73]. Outro autor, Peter Coad, mais recentemente, expressou
esta idéia, dizendo: "o termo engenharia de software apresenta uma
curiosa ironia: embora ele possa dar a impressão de fórmulas, algoritmos
e tratamentos científicos complicados, a engenharia de software na verdade
é baseada fortemente em pessoas." [Coa92]. Para o envelhecimento
do conhecimento, não há outro remédio exceto treinar, educar, estudar,
estudar e estudar.
4.4 Times multidisciplinares
A abordagem de especialistas em uma linha de produção, como magistralmente
explicado por Adam Smith em seu "Da riqueza das nações" não
atende mais as necessidades deste mercado [Ham93]. No entanto, é assim
que as empresas estatais de informática estão organizadas. Existe um caso
real extremo: um edifício do SERPRO no Rio de Janeiro, conhecido como
sede Lapa, abriga 1.100 analistas [Cos93]. Poder-se-iam citar inúmeros
fatos a reforçar esta tendência, mas, a título de justificativa, expõe-se
o raciocínio: a realidade não apresenta departamentos - apresenta problemas.
4.5 Empowerment
Esta tendência, muito bem descrita por Jean Carizon [Car91], é a transferência
do real poder de decisão e execução para a chamada ponta do processo produtivo.
É, em suma, delegar real poder às pessoas que de fato realizam um serviço.
Implícito nesta sugestão está a diminuição de níveis hierárquicos nas
empresas e o redirecionamento do trabalho dos chefes e gerentes, de controladores
para provedores de meios.
5 Conclusão
É certo que todos os parceiros do jogo da informática (se é que pode-se
chamá-lo assim), sofrem os efeitos da revolução trazida pelo hardware
de baixo custo para as plataformas de sistemas de informação. Nas empresas
da área privada, os efeitos se fazem sentir antes. Enquanto alguns usam
a informática para crescer e conquistar mercados (uso a que McFarlan chama
de make money, em oposição a save money que seria o uso convencional [Cas83]),
outros são incapazes de acompanhar a concorrência e perdem mercado ou
desaparecem. Isto na economia de mercado, onde há concorrência e a sobrevivência
do amanhã depende da ação de hoje. Já nos governos, aparentemente não
há esse risco. Não há concorrência, pelo menos à primeira vista.
Entretanto, é tese deste artigo que duas razões levam a invalidar a noção
de que governos não devem se preocupar em melhorar radicalmente suas estruturas
de informática. A primeira delas, é que no caso atual aqui no Brasil existem
os concorrentes e vive-se uma situação em que a sociedade, através de
seus representantes eleitos, está para decidir o que faz e deixa de fazer
o Estado. E a segunda, é a tese de que a informática precisa estar 100%
aderente a todas as atividades exercidas pelo Estado. Nesse sentido, enquanto
existir Estado, existirá informática pública, ainda que parcelas crescentes
de sistemas de informação e seus suportes venham a ser adquiridos no mercado.
Referências bibliográficas:
[Car91] - CARLZON, Jean. A hora da verdade. Rio de Janeiro:
COP, 1990.
[Cas83] CASH, James; McFARLAN, Warren; McKENNEY, James. Corporate
Information Systems Management: text and cases. Illinois: R.
lrwin Inc., EUA, 1983.
[Coa92] - COAD, Peter; YOURDON, Edward. Análise orientada em objetos.
Rio de Janeiro: Campus, 1992.
[Cos93] COSTIN, Cláudia. Novos paradigmas na gest(aç)ão de empresas.
Palestra proferida no auditório da Assembléia Legislativa do Paraná em
dezembro de 1993. (Notas não revisadas pela autora).
[Dav93] - DAVENPORT, Thomas. Reengenharia de processos.
Rio de Janeiro: Campus, 1993.
[Ham93] - HAMMER, Michael; CHAMPY, James. Reengenharia:
revolucionando a empresa. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1993.
[Kan93] - KANTEK, Pedro Luis Kantek Garcia Navarro. Um modelo para
migração em direção a sistemas pequenos (downsizing). Curitiba:
CEFET-Pr, 1993. (Dissertação de mestrado)
[Mar73] - MARTIN, James. Computador, sociedade e desenvolvimento.
São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1973.
[Mar88] - MARTIN James. Paper: the parent of perfidious
practices. Defense Science, July 1988.
[Nog91] - NOGUEIRA NETO, Tomas de Aquino. Seminário modelos de
informatização do Estado. Curitiba, 1991 (Transcrito diretamente
das fitas de áudio, sem revisão do autor).
[Str85] - STRASSIVIANN, Paul A. Os frutos da informática:
a transformação do trabalho na era eletrônica. Rio de Janeiro: J. Olympio,
1985.
[Tub94] TUBINO, Dálvio. Sistemas de produção. Florianópolis:
UFSC, 1994 (Notas de Aula).
kantek@celepar.gov.br
|