Por que VISUAL C++ |
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| Autor:: Pedro Luis Kantek Garcia Navarro GPT | |
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| Este texto vai desenvolver a
idéia (particular, é claro, e certamente adoraria debater este tema com quem não
concorde com minhas colocações) de que quem pretende desenvolver software no século XXI
(só faltam 5 anos e meio) precisa se livrar de umas coisas que atendem pelos nomes
vagamente exóticos de COBOL, CLIPPER, PASCAL, DBASE, BASIC, etc., etc. e focar seu
interesse em algo mais substancial e robusto. Quem fizer isto, estará seguindo na esteira das grandes software houses (Microsoft à frente), e com certeza estará na linha de frente no que diz respeito a facilidades de criação (programação) de software. Quem, entretanto, fizer esta opção, pode preparar a moleira para alguns (muitos) momentos de estudo e reflexão. E cada vez mais complexa a plataforma mínima de conhecimentos, conceitos e técnicas a dominar para criar um programa por mais simples que este seja. Mas, ... vamos por partes. Primeiro o
ambiente de operação. Creio que ninguém duvida mais de que estamos caminhando para um
mundo completamente imerso em Windows. Embora existam alguns (poucos) concorrentes
buscando um lugar ao sol, o volume massacrante de vendas (ouvi falar em 2.000.000 cópias/
semestre) do Windows deixa qualquer um para trás. Na vida de alguns software, chega um
momento em que o volume de sua venda é tão grande, que a despeito de suas qualidades ou
defeitos, ele passa a monopolizar os esforços da comunidade de desenvolvimento e
utilizadores. Este momento já chegou para o Windows. Tem o Pascal for Windows, mas claramente começa a faltar fôlego ao seu time de desenvolvimento. Seus releases são cada vez mais espaçados, e quase ninguém fala dele. Note-se, entretanto, (ele está instalado aqui na CELEPAR) que é um excelente produto. Meu primeiro programa for Windows foi feito nele, e o software deixou ótima impressão. O Clipper faz uns 3 anos que promete sua versão for Windows para o próximo semestre. Haja semestre comprido. De qualquer maneira, seus fabricantes optam por deixar o Clipper cada vez mais parecido com o C, e parecido por parecido, que tal usar o original? Na programação sob Windows, não há como fugir da família de produtos VISUAL, é meio caminho andado para lidar com a complexidade inerente ao ambiente. Só o programa "ALO MUNDO" - programa famoso no universo C, e que simplesmente imprime esta mensagem no vídeo (em Clipper seriam 2 comandos: CLEAR e WAIT "ALO MUNDO") - em visual C++ ocupa quase 200 linhas fonte, antes de expandirem-se as macros e constantes. O segundo argumento a favor de C++ atende pelo nome de POO (programação orientada ao objeto). Objetos, no mundo da programação, são a modularidade levada a extremos. Diversos conceitos do mundo POO auxiliam a fazer programas. Vejamos os primeiros:
Finalmente, o uso de C para construir software é o "estado da arte". Parafraseando a propaganda, 9 entre 10 desenvolvedores usam C, e 9 entre 10 usuários de C usam C++. Tem desempenho próximo ao dos Assemblers, é portável (tanto quanto possível), mas é de alto nível, estruturada e comportada. Certamente, ainda vamos ouvir muito sobre Visual C++. Quem viver, verá. |
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