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Henrique de Aragão
- Esculturas e pinturas
Esculturas e pinturas do artista plástico
Henrique de Aragão serão mostradas na Casa Andrade
Muricy, no dia 5 de setembro às 19 horas. O artista,
nascido em Campina Grande, na Paraíba, radicou-se em
Ibiporã, no norte do Paraná, e é pioneiro
no ensino de arte nesta região, e se consolida como
um dos grandes renovadores da arte sacra nacional. Alguns
de seus principais trabalhos podem ser vistos em igrejas como
a Capela de São Cristovão, e na Capela do Seminário
Maior da Arquidiocese, ambas no rio de Janeiro, e na Capela
do Seminário Maior dos Camilianos, em são Paulo.
Também é o artista executor de inúmeros
monumentos em espaços públicos em Londrina,
Ibiporã e Maringá.
Algumas pinturas que Henrique expõe recriam a paisagem
luxuriante pantaneira e suas esculturas são realizadas
no corte e na solda das chapas de metal, e algumas delas,
complementadas com madeira.
A exposição poderá
ser vista na Casa Andrade Muricy, Rua Dr.
Muricy, n.º 915, no centro de Curitiba.
Abertura dia 5 às 19 horas.
Visitação de Terça a
Sexta-feira das 10 às 19h, Sábado e Domingo
das 10 às 16h.
A exposição permanecerá aberta até
dia 24 de setembro de 2006.
Informações: (41) 3321-4786
/ 3321- 4798.
Henrique de Aragão
Campina Grande / Paraíba, 1931
Escultor, pintor, desenhista, diretor teatral,
teatrólogo, poeta e animador cultural. Seu talento
artístico se manifesta na infância, quando começa
a desenhar histórias em quadrinhos com tijolos, telhas
e carvão em muros da cidade. Aos 14 anos surge a atração
pela pintura. Freqüenta um curso técnico de Belas
Artes no Recife / PE em 1951, e realiza sua primeira individual
na Galeria Lemac na mesma cidade. Em 1959, em Roma, freqüenta
o curso de Anatomia para Artistas, na Escoela di Belle Arti
Torre del ‘ la Ripeta.
Em 1960, participa do Salão Anual de
Artes Plásticas da cidade de Thiene e em 1961, do Salão
de Verão de Acitrezza, na Sicília, ambas na
Itália, e participa como artista convidado no concurso
“Il Cervino e la mia Tavolozza” em Cervínia,
na Itália e Zermatt, na Suiça. Em retorno ao
Brasil, produz seu primeiro trabalho sacro, para a Igreja
de Madalena, no Recife, em 1962. Muda-se para São Paulo,
onde realiza a pintura de um painel para o Banco Aliança,
em 1963 e em 1964, executa pinturas e esculturas sacras em
igrejas do Rio de Janeiro e São Paulo. Em 1065, muda-se
para Ibiporã, no Paraná, onde executa o projeto
de construção da Capela Guarany, e pintura da
cúpula da Igreja Nossa Senhora da Paz. Desenvolveu
na região Norte do Paraná extraordinário
trabalho como pioneiro do ensino de arte e se consolida como
um dos grandes renovadores da arte sacra nacional. Em 1971
é convidado pelo governo alemão para ensinar
a técnica de vitral a artistas em Ulm-Donau, onde permanece
durante três meses. Alguns de seus principais trabalhos
podem ser vistos em igrejas como a Capela de São Cristovão,
no Rio de Janeiro; Capela do Seminário Maior dos Camilianos,
em São Paulo; Capela do Seminário Maior da Arquidiocese,
no Rio de Janeiro; Sagrados Corações, em Londrina;
São Francisco de Assis, em Maringá; Nossa Senhora
Aparecida, em Abatiá.
Entre os monumentos públicos destacam-se
o Monumento O Passageiro, no Terminal Rodoviário de
Londrina; O Desbravador, na Praça 7 de Setembro, em
Maringá; o Marco Comemorativo do Cinqüentenário,
em Ibiporã. Recebeu premiação no 3º
Salão de Arte Religiosa Brasileira; Sala Especial no
1º Salão Londrinense de Artes Plásticas;
Convidado Especial na 1ª Bienal Rural , todos em londrina
e Sala Especial com Agnaldo Adélio no Salão
de Artes Plásticas de Ourinhos / SP.
Fonte: Dicionário
das Artes Plásticas no Paraná, Adalice Maria
de Araújo
Acervo do Setor de Pesquisa e Documentação do
MAC/PR.
Liana Timm expõe na Casa Andrade Muricy
Revelações do olhar é
o nome que Liana Timm criou para a segunda parte da trilogia
do Olhar. Trabalhando desde 1995 com esta temática
a artista desenvolveu as séries Angulações
do Olhar, Revelações do Olhar e Prazeres do
Olhar, já expostas em diversas circunstâncias.
Agora retoma o tema imprimindo ao assunto dúbia
conotação. O parêntese, inserido no título
pelos autores do livro, que será também lançado
na ocasião, remete-nos à um olhar que assimila
a realidade como ela é e à outro que ao velá-la,
cria novas realidades
Assim a artista, através destes pontos
de vista, experimenta buscar em sua subjetivação
particular um mundo desconhecido articulando paisagens interiores
inauditas.
(Re)velações do Olhar traz à luz o que
se instaura no desvão do cotidiano, nas frestas que
capturam a poiesis sempre disponível aos que se permitem,
mesmo dentro das tramas articuladas e articulantes, novos
devires.
A mostra será composta por obras de
grandes formatos, produzidas em arte digital.
A exposição poderá ser vista na Casa
Andrade Muricy, Rua Dr. Muricy, n.º 915, no centro de
Curitiba.
Abertura dia 5 às 19 horas.
Visitação de Terça a
Sexta-feira das 10 às 19h, Sábado e Domingo
das 10 às 16h.
A exposição permanecerá aberta até
dia 24 de setembro de 2006.
Informações: (41) 3321-4786
/ 3321- 4798.
Ocorrerá também neste
mesmo dia o lançamento do livro:
(RE)VELAÇÕES DO OLHAR: recortes do processo
criativo com Liana Timm
de autoria de Emília Viero, Jaime Betts e Lenira Balbueno
Fleck
E um encontro com Liana Timm e Lenira Fleck

Liana Timm
LIANA TIMM, artista plástica, arquiteta
e poeta, vem ao longo de sua trajetória, lançando
mão de diversas linguagens expressivas. Através
de multimídias transpõe sensações
e sentimentos, lógicas e emoções numa
série de exposições individuais e coletivas.
Sua produção mixa manualidade e tecnologia,
conceito e materialidade, história e contemporaneidade.
Através da captura do que é invisível
na imagem à olho nu, a artista propõe a ruptura
do figurativo e do abstrato, descon-textualizando significações
e atualizando-as num território próprio. O desenho,
a gravura, a pintura, a escultura, a arte digital são
algumas das modalidades artísticas desenvolvidas por
Liana Timm. Em cada uma das linguagens a artista introduz
seu estilo pessoal, através de características
que se afirmam como marcas de sua autoria. Liana Timm, uma
artista conectada com sua época em constante busca
de devires.
Tem 52 mostras individuais, 11 prêmios recebidos, 5
livros individuais publicados e 14 em co-autoria.
Destaques:
Exposições individuais: Museu de Arte
do Rio Grande do Sul (1980-1987-1991-1995-1996-1998-2006),
Galeria Macunaíma/RJ (1981), Sala Miguel Bakun, Curitiba/PR(1982-1990),
Fundação Cultural do Distrito Federal, Brasília/DF
(1984), Pinacoteca do Estado de São Paulo/SP (1991),
Museu da Gravura Cidade de Curitiba/PR (1991), Memorial da
América Latina/SP(2000). Museu Paranaense, Curitiba/PR(2003).
Prêmios: Prêmio
Aquisição, IV Mostra do Desenho Brasileiro,
Curitiba/PR(1982), Prêmio MARGS/IAB de Comunicação
Visual, I Bienal de Arquitetura, Porto Alegre/RS(1991), Prêmio
Personalidade Cultural do Ano, Porto Alegre/RS(1994), Mdalha
Cidade de Porto Alegre, Prefeitura Municipal de Porto Ale-gre/RS(2002),Prêmio
SEBRAE, O arte-sanato conquistando o ambiente(2004).
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