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Sua
construção promoveu a integração das
fronteiras agrícolas das regiões Norte e Centro Oeste
com a região Sul do país, que representam uma importante
conexão estratégica em termos de logística
e intermodalidade. Com ela foi possível a eliminação
do ponto crítico de estrangulamento dessa ligação,
pois a travessia era feita por balsas, um sistema lento, precário,
de alto risco e que onerava sobremaneira o custo de transporte.
Entre outros benefícios, foi possível reduzir em 50%
estes custos.
Essas
novas fronteiras se implantaram a partir de uma produção
agrícola do oeste e sudoeste do Estado do Paraná,
que vem crescendo vigorosamente e contribuindo com 25% da produção
nacional de grãos e exigindo do Estado um sistema de escoamento
eficiente e econômico que atenda à demanda regional
que cresce a cada ano.
A ligação dos Estados do Paraná e do Mato
Grosso do Sul através dos municípios de Guaíra
(PR) e Mundo Novo (MS), propicia ao Estado do Mato Grosso do Sul
o acesso ao Mercosul facilitando o intercâmbio com os outros
Estados do Codesul (PR, SC e RS), e ao PR, a atração
de cargas de várias regiões para as indústrias
do Paraná e para o Porto de Paranaguá.
É
a maior ponte rodoviária fluvial do país, com 3.598,60
metros de extensão.
1º fase da obra: 1985 à julho de 1990 (Eletrosul/ DNER).
2º fase da obra com recursos do Estado do Paraná
Reinicio dos serviços em 11 de janeiro de 1994;
Conclusão da obra: dezembro de 1997;
Inauguração: janeiro de 1998.
Custo total da obra: R$ 32 milhões.
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