Temporalidade - A curadora chama atenção para a multiplicidade de linguagens da mostra. “O convite ao espectador-viajante é para se perder no turbilhão das linguagens aqui presentes, buscando ver a arte nela mesma, na sua linguagem, capturando os sentidos pela forma”, diz.
Na exposição o público vai se deparar com obras de Alfredo Andersen, Theodoro De Bona, Guido Viaro, Miguel Bakun, Rubens Gerchman, Antonio Maia, Fernando Velloso, Ione Saldanha, Marcos Benjamin, Yolanda Mohalyi, Raul Cruz, Patricia Osses, Roberto Leal, Eliane Prolik, Rones Dumke, Ruben Esmanhotto, Luiz Henrique Schwanke, entre outros.
“Na organização, optamos por cruzar diacronia e sincronia, dois aspectos da temporalidade: a arte na sua evolução no tempo (diacronia: 1944 a 2009) e ela tomada independentemente dessa evolução (sincronia). A arte como articulação e diálogo com outras obras. Esse foi o modo de escapar da rigidez de uma cronologia”, explica Maria José Justino. |